Terra de riquezas, Terra de tristezas
Terra de alegrias, Terra de pobreza
Muito desperdício, povo faminto
Ganância e arrogância, ignorância.
Povo brasileiro, povo guerreiro
De analfabetos e doutores, de jovens e senhores
O próximo não tem vez, apenas o EU é que importa
São apenas restos, moedas de troca.
Vestir um paletó, para roubar
Pedir esmola, sem precisar
Ganhar terras para morar, e as vender
Cobrar mais justiça, aplicando injustiça.
Prometer e não cumprir, pelo meu voto
Corromper e ameaçar, para nos calar
Proibir a liberdade, por causa de amizades
Protegendo amigos, verdadeiros bandidos.
Somos espelhos de um mundo, capitalista
Onde ser honesto, é ser surreal
Onde o amor a matar, constrói guerras
Terra de bandido, sendo promovido.
O povo é condicionado, a não pensar
Ensinado desde pequeno, para não se manifestar
Os selam como cavalos, para o trabalho pesado
E lhe dão um punhado de grãos, para matar a fome.
Todo o escândalo, só serve para cegar
Olhos fechados, até quando meu Deus?
O escravo, não quer ser barão
Os barões em contrapartida fazem banquetes, com a escravidão.
Opa Douglas, Mais uma vez parabéns pela iniciativa.
ResponderExcluirFico feliz que não tenha se enterrado no volei, e mais feliz, respeitando suas vontades e as vozes de opniões que existe dentro de vc.
Muito bacana seus textos.
Já pensou em escrever dramaturgias?!
Tenho um projeto em aberto... são pequenas esquetes que na verdade formam um espetaculo interligado, derrepente se vc se interessar em escrever uma dessas esquetes. Fica ai o convite.
Valeu, rapaz. "A paz dos anjos", e boa semana.
Riano Marques
(Adriano- Volei)
Olá Will,
ResponderExcluirO Douglas está de parabéns! O texto dele está claro, bem articulado, ele está cada vez mais maduro como escritor. Diga a ele que eu virei fã!
Bj.
Débora