Já presenciamos a revolução do rock and roll, o mundo se modificou com a nova tendência musical e de vestuário, criando a geração rock.
Depois presenciamos a geração hippie, que pregava a paz e o amor.
Muito amor com o próximo, sexo ao ar livre e poligamia regada a drogas, tiveram sua liberdade musical nos grandes festivais.
Presenciamos a geração que se opunha a ditadura, foram perseguidos e forçados a se calar.
Todas essas gerações, de alguma maneira deixaram algo positivo através de tendências na moda, musical, política e a ideologia de amor entre todos os povos.
Hoje em dia presenciamos a geração cirrose, que não deixa nada de positivo, apenas perda e dor em lares pelo mundo inteiro.
Nossos jovens cada vez mais andam embriagados, tornando seus carros, em verdadeiras armas de guerra.
A frase “eu só bebo socialmente” tem que ser revista, pois cada vez mais a rotina se torna social, tudo que eles precisam, para justificar seu alto grau de alcoolismo.
As garrafas de bebida alcoólica deveriam ser obrigadas, a conter fotos de pessoas que sofreram acidentes por causa de bebidas, e de pessoas que estão com o fígado destruído, contando os dias, para que a morte alivie o seu sofrimento.
Ao contrario do cigarro que pode matar em décadas, a bebida pode e mata minutos após ser consumida.
Milhares de acidentes ocorrem no mundo inteiro, por jovens que só adquirem alto confiança e o respeito em suas tribos através de um copo cheio.
A lei seca já foi criada, obrigando bares a fecharem suas portas mais cedo.
Essa lei ajuda, mas não resolve.
Precisamos de um trabalho intenso, começando pelos pais e se estendendo por toda a sociedade.
Mostrar que ao contrario do que muitos pensam, a bebida não os tornam invencíveis, mas sim vulneráveis.
Trazendo a dor, ao lar das vítimas do álcool.
Nenhum comentário:
Postar um comentário