segunda-feira, 19 de julho de 2010

Quase "canibais"

Raios de sol iluminam nossas vidas, uma luta constante para afastar a escuridão.


Pessoas nesse mundo que são iluminadas, acabam sendo perseguidas, por pessoas que vivem na escuridão. Ser alegre, bondoso, caridoso, tolerante, gera inveja e intolerância.


Em nosso mundo, ser uma pessoa correta traz mais problemas, do que praticar a violência.


Existem pessoas no trabalho, que gostariam de estar no nosso lugar, ficam revoltadas quando somos promovidos, quando adquirimos um bem material, quando encontramos a pessoa que nos completa.


A nossa felicidade, pode trazer revolta mesmo que inconsciente, em uma pessoa que faz juras de amizade eterna.


A natureza é tão sabia, que colocou em nosso planeta, tudo que é necessário, para o nosso desenvolvimento, sobrevivência e para a nossa destruição.


Em nossas vidas, pessoas aparecem e partem, na mesma velocidade que trocamos de roupa, umas ficam marcadas para sempre em nossos corações.


Mas também tem pessoas, que não fazemos questão de recordar, nos acrescentam sofrimento, e nos trazem muitos problemas.


Devemos ser seletivos em nossas amizades, existe um movimento mundial, para a banalização da frase “eu te amo” e da frase “meu amigo”.


Será que somos verdadeiros conosco, quando pronunciamos a frase “eu te amo”?


E nossos amigos, são verdadeiramente amigos?


A humanidade, em toda a sua existência passou por conflitos entre a mesma espécie.


Não aceitamos o simples fato, de uma mesma espécie possuir tantas variações.


Isso incomoda governos, grupos, povos e seitas.


O mais incrível é que muitos líderes religiosos, pregam a união dos povos, mas criticam a religião do próximo, suas ideologias e suas crenças.


Pregam uma união em sua religião, que os povos do mundo vejam que a sua ideologia é a verdadeira.


Isso é união?


Nós combatemos a nossa espécie, pois não temos um grande predador para nos devorar.


Quando o filho de alguém é assassinado, esta sendo aplicado, o controle populacional que a natureza não quis aplicar, quando nos deixou um planeta para cuidar.


Nós dizemos quem de nossa espécie deve morrer e quem é merecedor de sua própria vida.


Intolerância é a palavra da vez, apontamos o erro dos outros, sem ver que cometemos um erro muito pior.


Se o meu carro faz barulho, e não tento reduzir o seu ruído, porque eu me incomodo, com o carro do vizinho que tira o meu sono?


Mas quero proibir o meu vizinho, de ter um carro.


Quero proibir a proliferação nuclear?


Duas cidades destruídas, vidas jogadas no lixo e os “brinquedinhos” continuam guardados.


Que moral eu tenho para combater o meu vizinho, se o meu quintal me condena?


Uns são classificados como terroristas, outros são classificados de aliados na guerra contra o terror.


Será que os papéis estão corretos? Nossos aliados praticam terrorismo com um nome mais sofisticado e menos cruel.


Todos estão errados, exterminar não trará união.


A velha humanidade, ainda não aprendeu que impérios não são invencíveis e o poder é uma maldição que é passada como um bastão.


Ele cega, corrompe e mata!

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