Vamos para as ruas, mais um ciclo está sendo encerrado.
Está chegando a hora de escolhermos pessoas para guiarem nosso país.
Pessoas que poderão arruinar ou melhorar a vida de nossa população.
Em um país protecionista ao grande e opressor do pequeno, reina o individualismo da população.
A elite exige privilégios e regalias, empresas grandes ganham redução de impostos, terrenos para ampliação de suas dependências, os chamados incentivos fiscais.
O mais interessante, é o fato dessas empresas, poderem pagar por cada pedido, mas mesmo assim são contempladas, pois a maioria das exigências acaba sendo atendida.
A população carente implora, pela dignidade de ter um trabalho que lhe traga seu próprio sustento, evitando a humilhação de ter que pedir esmola para sobreviver.
Uma população que paga uma das maiores cargas tributaria do mundo, mas que na hora de analisar o custo benefício, gera mortes por negligência, desemprego, violência e impunidade.
Nosso sistema de saúde é tão bom, que já tivemos inúmeros casos de governantes que precisaram ser internados em hospitais particulares, para serem submetidos a procedimentos cirúrgicos, pois a vida deles é de suma importância e não deve ser arriscada em hospitais super lotados, com falta de aparelhos e muitas vezes com profissionais que falta capacitação e responsabilidade com a vida alheia.
A vida do povo simples pode ser arriscada, pois a maioria da população tem a única finalidade de pagar impostos, e temos muitas cartas para descartar com o descaso da saúde publica.
Chegamos ao cumulo do absurdo, de pessoas que estão com um simples resfriado, passarem o dia em contato com pacientes com doenças graves, que são transmissíveis pelo ar, todos aglomerados iguais gado esperando para serem abatidos.
Sem uma simples triagem, pessoas quando conseguem retornar a seus lares, podem voltar piores de que quando chegaram, sem contar que muitas são diagnosticadas erroneamente, gerando cirurgias de retirada de apêndice, medicação para cardíacos, quando um simples antibiótico para gripe resolveria o problema.
Parece piada, mas pessoas mantêm relações sexuais em banheiros de escolas publicas, muitos colégios se tornaram apologia ao sexo, pois ou você pratica ou será discriminado, recebendo a conotação de “careta”.
Professores são cada vez mais maltratados, por pessoas que nosso manuscrito escrito em pergaminho e denominado de Estatuto da Criança e do Adolescente, insiste em classificar homens e mulheres formados, aptos para cometerem crimes, terem filhos e largarem em um lixão, em simples crianças.
Nossa esperança se renova a cada ano eleitoral, pois tudo que é inviável, esquecido, ignorado em dois, três e quatro anos de mandato, é concluído no ano mágico que recebe o belo nome de:
“Ano eleitoral”.
A matemática, na minha época de colégio era descrita como uma ciência exata.
Com tudo que estamos presenciando, eu tenho minhas duvidas quanto à veracidade dessa teoria.
Para uma matéria que é repleta de fórmulas precisas, não conseguir explicar, o porquê de políticos não concluírem promessas eleitorais, em um prazo de 730, 1095 dias, mas no “ano mágico” que a ciência diz ter apenas 365 dias, milagres são presenciados.
Escolas são entregues, aposentados ganham aumento, criminosos de alta periculosidade são finalmente presos e leis, por incrível que pareça , são criadas para beneficiar nós simples mortais, que recebemos o nome de população.
Minha humilde sugestão é pararmos de reclamar do “ano mágico”, porque de todos os anos que a maioria dos políticos tem para nos ajudar, apenas esse realmente torna-se funcional para beneficiar a população.
E vamos criar mandatos, de apenas um ano de duração, pois assim todos os políticos temerão a perda de suas regalias, e agirão em prol da população, pois todo ano seria uma nova eleição.
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